segunda-feira, 28 de março de 2011
Ultimamente tenho sentido um grande vazio interior. Não que isso seja algo novo, apenas tornou-se mais constante, mais forte.
É como se nada fosse capaz de tapar esse buraco existencial imaginário, como se não houvesse solução, apenas aceitar e conviver com isso.
Não há culpados, não há ninguém que possa ser responsabilizado por isso...
Eu mudei muito no ano de 2010, e gostei do que me transformei!
Eu já não saio mais porque não tenho paciência pra isso, não tenho mais vontade de ir pra locais cheios de gente estúpida, patética e sem interesses futuros. Eu não consigo chegar a um local e não analisar as pessoas, não tentar imaginar o que elas querem da vida.
Perceber isso me deixa totalmente irada, e como qualquer pessoa em sã consciência odeia não estar bem consigo mesma, prefiro então me afastar dessas pseudo pessoas.
Me incomoda ver que os jovens estão apenas interessados em roupas, em festas, em bagunça, cachaça e que o sentimento, conhecimento e crescimento intelectual são coisas deixadas pra depois, sempre pra depois...
Mas aí eu pergunto, e quando será esse depois? Essa comodidade me irrita literalmente.
"Exatamente assim. Pesada, sufocada [...] Sabe,eu acho que não sei fechar ciclos, colocar pontos finais [...] eu vou gostando, eu vou cuidando, eu vou desculpando, eu vou superando, eu vou compreendendo, eu vou relevando [...] vou dando muito de mim, e aceitando o pouquinho que os outros tem para me dar."
Esse é um dos meus erros: me entregar demais, acreditar demais, e depois ficar sem entender porque as coisas são tão efêmeras.
Mesmo com tristeza, o que é perfeitamente normal, sinto-me bem porque sei que fiz o que pude, falei o que pensei, mudei quando foi preciso (e,olha, minhas mudanças foram ótimas e serão permanentes) e fui sincera sempre, em todos os momentos."
Esse é um dos meus erros: me entregar demais, acreditar demais, e depois ficar sem entender porque as coisas são tão efêmeras.
Mesmo com tristeza, o que é perfeitamente normal, sinto-me bem porque sei que fiz o que pude, falei o que pensei, mudei quando foi preciso (e,olha, minhas mudanças foram ótimas e serão permanentes) e fui sincera sempre, em todos os momentos."
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